sábado, 30 de setembro de 2017

Quais as razões que um beta tem para não desistir de viver?


Olá, caríssimos betas. Estive muito reflexivo durante essa semana em decorrência da grande pressão e opressão que sofro em meu trabalho por ser um beta desgraçado e abominável. Mesmo estando a costumado a ser ignorado pelas mulheres em razão de ser eu mais feio que cu cagando e mais chato que o programa da Fátima Bernardes, confesso que na sexta-feira quando fui a um bar com outros betas tão ridículos quanto eu, o descaso delas a mim me machucava enquanto eu ainda não estava anestesiado pelo efeito transcendental dos elixires divinos (nome que dou às deliciosas cervejas artesanais que tanto amo).  Por que eu tinha que ter nascido tão horrendo a ponto de eu ser quase uma aberração da natureza? Por que eu tinha que nascer tão sem graça a ponto de observar um aquário sem peixes ser mais divertido que ouvir minha conversa? Juro que fiquei com vontade de ir ao banheiro e esmurrar a minha cara até ela dar uma melhorada, porém como isso me deixaria pior, a única coisa que me restou foi derramar um suor másculo pelos meu olhos para em seguida eu me inebriar com os afáveis sabores dos elixires divinos.

Descontando o meio social, o que realmente tem me destruído é a incerteza imperante no meu meio profissional. Como tem acontecido a todos os brasileiros, estou em sérios riscos de ser um dos próximos a ser dispensado na empresa em que trabalho, visto que alguns daqueles possuem a mesma responsabilidade que eu foram chamados à uma reunião para selecionar quem deles seriam mandados embora. Por mais competente que eu seja, é praticamente impossível concorrer com um alfa que tem prestígio e carisma, ainda mais quando ele nos eventos da empresa faz todos rirem e sempre é bem lembrado pelos chefes. Mais difícil que isso é concorrer com uma mulher que tem as mesmas responsabilidades que eu (mas é menos habilidosa), porém sua beleza e carisma são fatores que destacam ainda mais minha feiura e inabilidade social perante nossos superiores. Sinceramente, não sei o que fazer.

Um Pobre-diabo sofrendo bullying no trabalho

Tentando desvanecer ante à provável desgraça, peço ao garçom que traga a alegria em sua forma líquida. Bebo a primeira caneca, depois a segunda e ainda uma terceira e já esqueço de minha desgraça. Começo a pensar que isso pode ser apenas uma conjectura mental em que tudo pode dar errado em razão de eu ser extremamente pessimista em relação a mim e não aos outros. Afinal, como um beta tão escroto como eu pôde ter chegado ao ponto que cheguei sem a ajuda da loteria genética ou sem depender da ajuda dos pais? Sim, minha habilidade de observação extrema e minha introversão quase a nível de autismo, junto à todo desenvolvimento agregado que o diabismo já proporcionou a mim me fazem ser bom naquilo que pelo menos eu sei fazer de melhor. Logo percebo que se não fui chamado àquela reunião isso quer dizer que provavelmente eu não estou em risco. Imediatamente me animo e peço a quarta caneca de elixir dos deuses para anestesiar minhas papilas gustativas que tanto almejam serem saciadas pelo delicioso sabor que esses líquidos possuem.

Já ébrio em razão da quantidade ingerida da felicidade liquefeita, passo a pensar quais são as razões que um beta possui para não desistir de viver. Obviamente que tudo aquilo que o beta não possuiu em sua infância e adolescência acaba sendo armazenado como traumas que o acompanharão pelo resto da sua medíocre vida. Dessa forma, por exemplo, quando um beta é magrelo e ridículo, ele acha que injetando urina de rato em seu corpo o fará possuir o mesmo estereótipo de personagens que além de terem sido sorteados pela loteria genética, também foram agraciados com famílias ricas e bem sucedidas. Além de não precisarem trabalhar, possuem tempo e dinheiro de sobra para se dedicarem ao físico, à alimentação, à suplementação, ao acompanhamento com profissionais competentes e com os melhores ergogênicos que o dinheiro pode comprar. Enquanto isso, o beta gasta o seu salário de motoboy com lixos que injeta em si, alimenta-se com porcarias e levanta pesos de concreto feitos em latas de tinta.

 "É possível conseguir o mesmo objetivo gastando 20x menos o que meu ídolo gastou" - comentário de um beta burro que não entende a existência de todo um staff atrás da imagem motivacional de uma personalidade famosa. À direita temos a verdadeira realidade daqueles que não entendem que urina de rato não te dará resultados satisfatórios. 

Quando o beta é invisível socialmente, ele inventa de querer ostentar aquilo que não possui. Daí o que percebemos é a cultura existente nas baladas em que a visibilidade é tudo. Para ser notado, os idiotas gastam dinheiro com camarotes, bebidas superfaturadas, carros financiados a juros abusivos e roupas de marca que consomem todo o seu patrimônio apenas para viverem um dia de patrão quando não possuem capacidade para isso. Dá para perceber o quão absurdo isso soa? E o pior, acabam elevando o nível de exigência das mulheres a ponto de se você estar bebendo uma cerveja, isso quer dizer que você é um pobre fracassado que sequer pode respirar o mesmo ar que ela.

Dessa forma, para que o beta não surte, ele deve se atentar às seguintes razões a fim de não ter em sua mente pensamentos que o façam desistir de viver:

1. Seguir a filosofia diabística
Esse é o principal tópico que o beta deve seguir. A filosofia diabística proporciona toda a base fundamental que um beta deve ter para não surtar nesse mundo de aparências. Através dessa nobre filosofia, o beta aprenderá que não deve se deixar levar pela satisfação de seus anseios sensoriais extremistas e que o desenvolvimento pessoal é a principal meta de vida que o beta deve possuir.

2. ‎Ter metas plausíveis
Percebemos que os betas devem deixar o extremismo de lado e as metas impossíveis. Você nunca será rico como Warren Buffet. Você nunca terá o corpo do Jeff Seid. Você nunca terá o carisma de Jim Carrey. Você nunca terá tantas mulheres gatas como Hugh Hefner teve. Aceite a realidade e ela sorrirá para você.

3. Desapego emocional e sexual
Notamos que o beta tem muita necessidade de sentir sentimentos inúteis. O beta quer uma namoradinha para ser amado, porém ele se esquece que na primeira negativa de uma exigência de sua mulher ou na primeira investida de um macho melhor que ele, o seu mundinho desmoronará. O beta deve sim gostar de sexo, porém o sexo não deve ser fator que move sua vida.

4. ‎Aceitar a sua condição de beta
Percebemos que o beta não consegue aceitar o fato de ter perdido no jogo da seleção genética. Geralmente ele é feio, ridículo, sem graça, fraco e desprezível. Assim, quaisquer atalhos que tome nunca o levarão para a plenitude e (pior ainda) consumirão recursos que poderiam ser melhor aplicados em outras áreas. Não adianta você usar urina de rato achando que será um Jeff Seid porque você não será. Não adianta você ostentar numa balada se achando o Dan Bilzerian quando você não tem dinheiro para isso. Não adianta você querer empreender com três sócios, ter colocado no empreendimento uma quantia irrisória de R$20.000 e achar que terá um retorno de 35% ao mês (acreditem, tem um retardado que fez isso, porém não vou dizer que ele possui nome de ave). Aceite sua condição de beta e comece hoje mesmo a se desenvolver diabisticamente, pois só assim o beta poderá ser melhor do que é hoje.

O que eu vejo quando um determinado blogueiro fala que vai conseguir tirar um lucro maior que a média das empresas auferem, mesmo quando possuem um capital social infinitamente maior que a merreca investida por um beta burro extremista sonhador - qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência. 

5. ‎Evoluir continuamente
O beta deve focar no desenvolvimento intelectual e profissional, pois só assim ele poderá transcender o seu nível de lixo atômico mais repugnante que uma tonelada de bosta em nível avançado de putrefação. Quer ser empresário? Se lembre que 90% das empresas no Brasil fecham em menos de 2 anos e a sua lucratividade dificilmente passa dos 5% a 7% mensais. E aí, vai arriscar? 

Conclusão

Percebemos aqui o quão importante é a filosofia diabística em nossas vidas para que possamos continuar tendo razões para não desistir de viver. Através dela aprendemos que um beta nunca deve se imaginar além daquilo que ele é enquanto ele não possuir condições de satisfazer seus anseios pelo menos a longo prazo. Vemos também que a vida do beta não deve ser pautada em extremismos que apenas satisfazem seus anseios sensoriais, visto que dinheiro é o amigo que tudo lhe proporciona e facilita e é ele que devemos acumular e não os objetos que ele pode comprar. Assim, a razão que um beta deve ter para não desistir de viver se resume em apenas uma palavra, a qual tudo pode e tudo consegue e que não precisa ser novamente citada.

Eia avante, nobres betas, para o sucesso que a filosofia diabística nos reserva.


Um abraço do Pobre-diabo!

OBS: mandem suas sugestões e suas contribuições para o email diabístico (pobrediabo@protonmail.com). Os melhores textos dentre as centenas que recebo estarei publicando na coluna "Conversando com o diabo" na data programada.  

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Uma vida idílica de alfa por um mês


INTRODUÇÃO 

Você já imaginou tendo a vida que playboys e alfas têm? Você já se imaginou sendo rico? Você já se imaginou podendo comprar tudo o que quisesse sem ter preocupação se faltará ou não dinheiro no mês seguinte? Você já se imaginou podendo comer nos melhores lugares? Você já se imaginou tomando as melhores e mais caras bebidas? Você já se imaginou transando com várias mulheres, uma mais linda e gostosa que a outra? Você já se imaginou vivendo uma vida plena, com muito conforto, prazer e nenhuma privação? Você já se imaginou não tendo nenhuma preocupação e podendo viver na completa tranquilidade? Pois bem, eu já imaginei e pretendo sentir na pele como é ter essa vida idílica por um mês. 

Descreverei de forma breve como se dará tudo isso e irei derrubar todo e qualquer argumento tosco de que não é apenas o dinheiro que pode salvar o beta (aliado com a Filosofia Diabística obviamente). Sentirei na essência o que é ser um alfa e poderei afirmar aqui de forma prática e comprovada o que é vencer na vida sendo um beta e que o nosso caminho diabístico está correto. Sem mais delongas, vamos ao plano! 

O PLANO


O que eu pretendo é fazer algo inédito, que é viver um mês de forma plena, sem me preocupar com nada, tendo todos os prazeres possíveis e gastando tudo o que eu tiver vontade. Será uma espécie de preparação para quando eu alcançar a glória diabística. Pretendo ainda esse ano fazer isso. Vocês acompanharão a saga de um pobre-diabo, beta B, mais feio que cu cagando tendo a vida dos sonhos, a vida que sempre invejei. Como será esse plano? Eu tirarei minhas férias no mês escolhido e aproveitarei minha vida ao máximo, sem ter preocupação alguma. Não controlarei nenhum gasto e não passarei nenhuma vontade. No decorrer das semanas eu irei relatando em uma parte do post como tem sido os meus dias de rei e somente no fim contabilizarei os gastos.

O que eu quero é acordar todos os dias a hora que eu quiser, tomar café em panificadoras gourmet ou café colonial, almoçar nas melhores churrascarias, dormir depois do almoço, fazer um treino de musculação em uma academia top cheia de gostosas, tomar cervejas artesanais no final da tarde, jantar em restaurantes bons, sair a noite para um happy hour com amigos ou acompanhante (e tomar mais cerveja obviamente) e fechar a noite com duas gostosas na minha cama. Nas sextas eu penso em viajar para alguns destinos famosos brasileiros, hospedando-me nas melhores suítes (com hidromassagem), provando as melhores comidas, bebidas e mulheres, voltando na segunda-feira para casa. Decidirei se faço alguma viagem internacional também. Beberei deliciosas cervejas artesanais todos os dias.  

ATRAÇÕES, PRAZERES E CONFORTO


Como eu disse, não passarei vontade nesse período. Quero ter o máximo de conforto e usufruir dos melhor e mais diversos prazeres. Separei na sequência os itens de conforto e prazer que pretendo ter:

- Mulheres: transarei pelo menos com duas toda semana, de preferência caucasiana, linda e gostosa, com suas coxas e bunda volumosas para abrigar bem o palmito diabístico. O sexo será completo. 
- Alimentação: café colonial de manhã, almoço em churrascarias poderosas, café da tarde em cafés elitizados e jantar em restaurante com excelente gastronomia. Tomarei cerveja artesanal todos os dias. 
- Lazer: bons livros, academia, futebol, clube etc.
- Social: ir a bares de bom gosto que tenham cervejas artesanais ou baladas com os amigos ou alguma(s) gata(s). Talvez alugue um carrão para sentir como é andar com uma máquina e chamar a atenção das pessoas (mulheres principalmente). 
- Viagens: duas ou três viagens de três dias em destinos brasileiros e talvez um internacional, com direito a hotel cinco estrelas e aproveitando do bom e melhor da cidade.

CONCLUSÃO

O motivo desta ideia é tentar me animar para continuar com o meu plano diabístico de futuro e também para sair dessa vida de mesmice. Ando um pouco depressivo ultimamente e seria bom essa injeção de ânimo para minha autoestima e para me manter perseverando na busca do meu objetivo. Além de tudo isso, darei uma recompensa a mim por todo o meu esforço de vida. Depois de tudo isso eu vou poder de fato falar a todos vocês, caros betas, o que realmente é ter uma vida de verdade, o que é ter a vida que vitoriosos e alfas poderosos têm. Mostrarei o porquê de a Filosofia Diabística ser o futuro dos betas!

Quebrarei de uma vez por todos os argumentos frágeis dos famosos matrixianos extremistas e iludidos que frequentam esse recinto, os otários que acham que viver na plenitude é você encher o rabo de bomba falsificada para ficar inchado (retido de água) e sair se exibindo como um pavão para gordas faveladas, torrando todo o seu salário mínimo, os imbecis que acham que sendo servente de pedreiro nos EUA em regime de escravidão será um homem de sucesso, os excrementos que sonham com sua namoradinha loirinha magrela, os babaca que gastam rios de dinheiro em baladas e festas sem poupar/investir nada ou até os animais que acham que casar e ter filhinhos é um ideal de vida. Mostrarei de uma vez por todas que é só o dinheiro, aliado com a Filosofia Diabística, que podem salvar nós betas e fazer com que vivamos a vida plenamente. Nesse mês eu não serei um pobre-diabo, eu serei um sultão!


Um abraço do Pobre-diabo Bilzerian! 

sábado, 23 de setembro de 2017

Por que as pessoas são tão previsíveis e estúpidas?


Hoje estou extremamente reflexivo e não poderia ser diferente, afinal, consumi alguns litros de cervejas artesanais, também denominadas de “elixir dos deuses”. Passei a semana toda com um sentimento estranho dentro de mim. Não era depressão, mas uma espécie de desânimo, como se a vida como todos conhecem e vivem não fizesse sentido algum. Por que a vida deve seguir o mesmo padrão para todos? Por que tudo tem de ser tão óbvio, previsível, exibido, repetitivo e sem graça? A resposta é simples: nascemos e somos programados desde o início para viver em sociedade e cumprir determinados papeis sociais impostos, quais sejam: estudar, trabalhar, casar, ter filhos e criá-los. Depois de fazer tudo isso, você cumpriu sua função estúpida social e já pode comprar o seu terreno no cemitério. Você, homem beta, foi programado para ser um escravo, proibido pelo destino de aproveitar os prazeres da vida.

Pode parecer idiota essa minha reflexão, pois o mundo foi, é e sempre será assim, mas como um beta B com nível de autismo beirando ao retardo mental, mais feio que cu cagando, sendo uma mistura do Batoré com o Cerveró, sofredor das maiores agruras que o destino pode ter reservado para alguém, não poderia deixar de pensar e refletir sobre esse tema que tanto assombra essa minha mente betística perturbada. Como eu estava com esse sentimento ruim em meu interior, aliado a uma raiva que me consumia por completo, passei a tomar mais cervejas e ainda comecei a fumar, isso mesmo betas, comprei uma carteira de cigarros e comecei a fumar igual a um idiota para ver se isso me acalmava, porém eu fiquei mais irritado ainda, pois fiquei com um gosto nojento de cigarro na minha garganta.

Essa é a imagem de ídolo dos jovens de hoje em dia. Ninguém quer ser como Einstein, Tesla ou Newton. O sonho dos imundos é ser como um desses favelados do demônio! Isso me irrita demais (acabei de jogar um copo de vidro no chão de tanta raiva) 

O que me deixa muito irritado a ponto de eu socar com força a parede e chegar a machucar a minha mão é ver a quantidade de gente fútil, que tem como objetivo de vida sempre as mesmas coisas (casar e ter filhos), pessoas essas que são as mesmas que seguem modinhas toscas, que curtem ficar pulando e batendo os pés no chão, chamando isso de Samba (e chamam isso de dança também), curtem ficar ouvindo ruídos terríveis chamando isso de Funk (se você ousar chamar isso de música eu vou aí te esganar até você desmaiar, seu babaca!), curtem ficar postando fotos em baladas segurando bebidas se achando o Rei do Camarote ou ainda postar foto da praia e escrever “Vida difícil”. Saiba que se você é uma dessas pessoas eu te amaldiçoo e farei de tudo para encher você de porrada até você implorar para que eu pare! O pior de tudo isso é que essas pessoas são felizes assim, muito mais do que eu, que sou perturbado e tenho raiva desse mundo nojento, ganancioso, arrogante, materialista e burro. Além de achar tudo extremamente idiota e fútil, eu sempre fico me sentindo um peixe fora d’água, mas não um peixe bonito, imaginem o peixe mais feio que possa existir, mais fedorento, podre e imprestável.

Aí vemos alguns betas escrotos que acham que descobriram a receita do sucesso e da felicidade, não percebendo que só estão fodendo o seu futuro financeiro, seu mental e até a própria saúde. O retardado mental acha que enchendo o ânus de bomba falsificada vai virar alfa, quando na verdade só está torrando todo o seu salário de cobrador de ônibus e fodendo sua saúde. E para que ele faz isso? Só para pegar uma ou duas gordas faveladas, que ele pegaria facilmente tendo uma boa condição de vida. Na verdade qualquer mulher se atrai mais pela sua demonstração de poder do que pelo seu corpo retido de tanta água, usando essas bostas que você usa. A única fórmula para o sucesso é tendo dinheiro, porra!

Daí o beta escroto fala: “Ai Pobre-diabo, eu estou com raivinha do Brasil, vou para os “States”, porque lá não serei mais um beta fracassado”. Eu apenas respiro fundo, conto até dez e tento não falar nada para não ofender o imundo do beta. Mas eu não aguento, essa burrice martela tanto a minha cabeça que eu dou um berro alto, dou um double leg, derrubo ele, começo a o encher de violentas cotoveladas e a xingar ele de tudo o que me vier na cabeça! Porra, seu verme, você é um beta escroto, não tem dinheiro, não tem green card, não tem bosta nenhuma! Isso só funciona para quem não é ilegal e tem dinheiro, seu excremento, seu otário dos infernos! Você vai ser mais verme que é aqui, vai ser visto não só como um beta fracassado, mas como o ser mais repugnante e miserável existente naquele país, como uma merda gigante ambulante, causando nojo em todos. Você acha que vai ser um executivo lá? Não, você vai ser no máximo um servente de pedreiro, humilhado por todos, um verdadeiro escravo, que só irá melhorar um pouco o seu consumo imediato, mas no fundo não vai conseguir juntar merda nenhuma e vai voltar para o Brasil sem um puto no bolso.

É ainda tem beta que acha que vai namorar uma dessas sendo pobre, andando de mobilete e comendo batata frita em boteco de mendigo, só porque está com o braço inchado de bomba falsificada... 

Enfim, não somos capazes de mudar esse mundo escroto e na verdade infelizes somos nós que saímos da matrix e pensamos de forma diferente. Talvez todos sejam mais felizes do jeito que são e se conformar com a realidade passa a ser mais fácil. O retardado compra um Gol usado e posta nas redes sociais, tendo uma espécie de orgasmo ao fazer isso, e ele é feliz. O outro débil mental posta foto em um restaurante caríssimo com sua namorada gorda e baranga, sentindo-se um homem honrado da elite, e ele é feliz também. Enquanto isso, eu tenho uma quantia razoável guardada, bom imóvel, carro e salário, mas nada disso me faz completamente feliz, pois isso não me faz ser menos beta, só faz eu não sofrer tanto quanto antes. A verdadeira glória eu teria somente depois que tivesse uma renda passiva muito elevada, capaz de me fazer aproveitar todos os prazeres da vida sem me preocupar com o futuro. Um dinheiro que me desse poder e que fizesse todos me olharem com respeito e admiração, não como um ser horroroso, uma aberração da natureza, um secador nado de vaginas, com um poder enorme de atrair bullyings de todos os tipos. Ficar exibindo carro usado ano 2010, viagens lixos pagas em 12 vezes e fotos em camarotes são coisas idiotas, uma vida de ilusão, uma vida ridícula.

Por isso que eu digo que é necessário o beta lutar para ganhar dinheiro, ao mesmo tempo em que fortalece o seu mental com a Filosofia Diabística, passando a enxergar o mundo e as pessoas de forma totalmente racional e lógica, deixando de lado todo e qualquer tipo de extremismo e ilusão. Dessa forma, você evitará frustrações e poderá planejar o seu futuro de forma racional e eficiente. Agora, se o seu desejo máximo de vida, ao invés de se desenvolver de forma diabística e ser um vitorioso, é casar, ter filhinhos e uma familiazinha, então eu quero é que seu pinto atrofie e você fique impotente, pois não merece ostentar esse membro. Além disso, eu quero que você suma desse recinto diabístico e nunca mais apareça aqui para o seu bem, pois eu ando muito irritado (a ponto de explodir) e isso poderá ser perigoso para você, ainda mais porque eu adoro sair na porrada com beta burro e imundo como você. 


Um abraço do Pobre-diabo

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

De quem é a culpa do fracasso do beta?


Olá, amigos! Mais uma vez, como muito tem ocorrido ultimamente, não consegui deixar o post pronto para às 00h (embora ele estivesse pronto, bastando apenas a edição) em razão de ontem à noite eu ter saído com alguns amigos a um barzinho que frequentávamos quando éramos mais novos. Como é legal reencontrar alguns amigos que têm a mesma história em comum e por mais que eles sejam tão estercos humanos quanto eu, nós nos divertimos muito no passado. Achei legal a iniciativa deles em nos reencontrarmos, porém ela passou rapidamente quando cheguei no local que combinamos: eles foram acompanhados pelas esposas. É incrível como o beta, quando acompanhado de sua dona, vira um ser mais sem graça que o bicho-preguiça e mais repugnante que uma colônia de ratos num esgoto entupido de merda. Não por culpa delas, mas muito mais por eles mesmos que se auto-anulam para entreterem as suas mulheres e não terem fracassados os seus planos de sexo monótono semanal. 

Durante a nossa saída, nossas conversas estavam sincronizadas no começo, mas passados uns 20 a 30 minutos os betas demonstraram que a sua cambaleante personalidade já não mais existia. Não que tivéssemos muitas histórias legais para relembrar, mas porque o medo da mulher fazia eles apenas se concentrarem nos assuntos que interessavam a elas. Eles sequer falavam de coisas novas que tinham feito nesse tempo que não nos tínhamos visto. E quais seriam esses assuntos que eles se esforçavam em falar com elas? Isso mesmo, meus caros, os assuntos eram aqueles que todo beta casado diz adorar: filhos e viagens. Juro que quando isso começou, tive vontade de arrancar a cabeça deles e chutá-las no meio da calcada para eu mijar na cara feia deles.

Meus amigos do barzinho enquanto eu fui no banheiro

Isso, obviamente, gerou uma tristeza diabística em mim e, para variar, comecei a beber seguidamente, pois meus amigos já não existiam mais, apenas as suas carcaças betística desprezíveis. Minha sorte era que nesse barzinho eles tinham algumas cervejas artesanais, mas as opções eram mais limitadas que as existentes na cervejaria que eu tanto gosto e que sempre frequento. Para variar pedi uma IPA e após diversos pedidos, perdi a noção do tempo enquanto degustava os saborosos elixires dos deuses - já que essa é seria única forma de eu acalmar essa minha mente doentia que estava extremamente entediada e só pensava em sexo. Como eu não queria sair por chato, fiquei ouvindo aquele papo sem graça de filhos e viagens por mais 1 hora.

Juro que não entendo como um homem aceita gerar um filho quando ele não possui condições suficientes de ter um gasto equilibrado com as despesas do lar. Pior ainda, aceita que a esposa não trabalhe e fique em casa, gerando mais despesas. E você acha que não pode ser pior? Calma que a autodestrutividade dos betas não tem limite: só um desses meus amigos tinha um filho, pois os outros 3 tinham 2 filhos cada um. Diferentemente do passado em que as crianças eram criadas de forma bruta (e são os adultos atuais, fortes e saudáveis), essas crianças de hoje eles têm planos hospitalares caríssimos, berços e brinquedos especiais, festas incríveis, roupas de marca, estudos em escolas caras e faculdades pagas, saúde e alimentação afrescalhada, viagens legais, entre outros. O materialismo para as crianças chegou em um nível de exigência que isso gerou uma cadeia de gastos violentos para o pai pagar, de forma que os gastos com filhos são as maiores despesas de uma família de hoje. E vocês acham que as esposas desses meus amigos aceitam que alguns desses gastos sejam cortados? Claro que não! O que as amigas delas vão achar se os filhinhos estiverem num patamar mais simples que os delas? O que as outras crianças falariam se o filhinho chegasse com algum apetrecho que demonstre inferioridade? Esse assunto me dá nojo.

Típica escola do beta pobre

E quanto às viagens, então. Enquanto eles contavam das experiências e diziam que apenas quem já fez uma viagem internacional sabe o que é prazer verdadeiro, eu segurava minha ânsia para não vomitar na cara deles. Para quem investe, todos sabemos que as viagens são o inimigo número #1 do nosso patrimônio. Uma viagem para Miami não sai por menos de R$10.000 por pessoa (no caso do beta provedor custaria o dobro, já que a esposa de nenhum deles trabalhava). E o pior, eles já estavam planejando a próxima enquanto não tinham sequer terminado de pagar a última que fizeram. Juro que não consigo entender a necessidade de fuga para um lugar em que eu continuarei sendo o infeliz que sou.

Enfim, notando que eu era o diferente daquela mesa, levantei e me despedi deles após ter bebido o suficiente para perceber que estava bem alcoolizado. Chegando ao caixa, eis que me deparo com uma silhueta feminina que já me era conhecida! Será que era ela, aquela deliciosa 7,5 que trabalha comigo, a Ria? Como ela estava a minha frente no caixa, toquei em seu ombro e cumprimentei. Essa mulher olhou para trás e me jogou um olhar de desprezo tão intenso que cheguei até a me encolher. Não, não era a Ria, amigos. Era uma mulher qualquer que reagiu comigo como elas reagem a qualquer beta como nós: com desprezo e nojo. Como eu estava de carona, chamei um Uber e fui embora, doido para chegar em casa e acabar com essa minha noite de sofrimento.


Conclusão

Achamos muitas vezes que o problema do beta é decorrente de uma conspiração do mundo contra a sua existência, mas o que percebemos é que o beta se auto-anula para ter um prazer que com o dinheiro ele supriria facilmente. Porém, o beta prefere vender a sua liberdade em troca de um pouco de atenção e de muita encheção de saco. Vende a sua liberdade por um sexo ruim e sem graça. Vende a sua liberdade em nome da vida que pôs nesse mundo, o qual num futuro talvez não reconheça todo o seu esforço. Vende a sua liberdade para agradar os outros e esquecer que a primeira pessoa que ele tem que agradar é a si mesmo.


Um abraço do Pobre-diabo!

OBS.:
- enviem suas sugestões para o email diabístico (pobrediabo@protonmail.com).

sábado, 16 de setembro de 2017

Afinal, qual é o sentido da vida para o beta?


Olá meus amigos, como tem sido de costume, passei a noite de sexta tomando deliciosas cervejas artesanais (elixir dos deuses) até chegar a um nível de iluminação mental que fez eu encontrar respostas para as questões que não faziam sentido em minha mente perturbada. Passei a refletir sobre qual é o sentido da vida e o início disto se deu após eu presenciar dois fatos verídicos que só mostram como a vida é um jogo de cartas marcadas, um ambiente de castas, em que os fortes vencem e os fracos perdem e são humilhados. Pois bem, o primeiro fato aconteceu no interior de um ambiente aconchegante e acolhedor onde eu tenho frequentado nos últimos tempos. É um bar que não se cobra a entrada e você vai com seu amigo tomar aquela cerveja gelada para se distrair. Para melhorar, existem várias damas da luxúria por lá (e somente elas). Se você se interessar por alguma, apenas chama ela e acerta o valor do programa, que já inclui o quarto. Estava eu neste local e depois de algumas horas lá comecei a conversar com duas damas, não muito bonitas, mas simpáticas e possuidoras de belos pares de seios.

Conseguimos nos conectar muito bem e ríamos como bons amigos. Óbvio que elas perceberam o poder de fogo deste pobre-diabo e sabiam que poderiam faturar um bom dinheiro comigo. Passavam por nós vários velhos, gordos e caras ridículos, que doía a visão só de os olhar por poucos segundo, isso que eu sou mais feio que cu cagando, então imaginem o nível dos caras. Em determinado momento, uma das garotas disse em tom de espanto: "Ui, que nojo! Olha aquela menina abraçada com o velho se beijando com ele". Acompanhando esta, a outra garota mostrou estar enojada também, as duas faziam caras de asco e tampavam os olhos. Confesso que quando eu vi a cena, também fiquei perturbado: era um velho gordo, brega e beta, de uns 60 anos, abraçadinho com uma dama de no máximo 20. Ela estava imóvel e sem expressão alguma, recebendo beijinhos na boca do velho tosco, que naquele momento se sentia um adolescente apaixonado.

O que aquele senhor estava sentindo naquele momento? Seu pinto murcho e eternamente mole seria incapaz de manter uma ereção satisfatória. Não percebera ele que sua aparência velha e feia, seu cheiro de idoso, seus beijos nojentos e seu bafo fedido causavam asco na moça? Será que ele se sentia um meninão alfa capaz de fazer a garota sentir prazer em o beijar? Qual é o sentido em ficar beijando apaixonadamente uma puta? Será que ele achava que conquistaria o coração daquela mulher sendo carinhoso daquele jeito? Será que ele achou que um novinha seria capaz de o amar pelo homem maravilhoso que ele era? Foi a cena mais ridícula que vi na minha vida.

O velho era parecido com esse cara

Depois disso, fui embora. Fiquei perturbado com a cena e imaginei eu com a idade daquele senhor. Será que é essa vida que eu quero? Cheguei em casa e comecei a tomar meu elixir dos deuses, que potencializou ainda mais meu poder de reflexão. Ao checar as redes sociais, vi um cara que era o alfinha da escola e sua digníssima esposa, que era a loirinha gatinha da escola, desfazerem seu perfil de casal e cada um fazendo o seu (ambos me adicionaram). Eles não tinham mais fotos juntas, nem o status de casados, ou seja, estão divorciados (confirmei isto depois). Mas isto não é o X da questão. Cerca de um mês antes dessa oficialização, este mesmo rapaz, outrora alfa e possuidor do poder de molhar vaginas apenas pelo seu olhar (enquanto eu tenho o poder de secá-las), tentou se matar e ninguém sabia o porquê (agora todos sabem). Pois é, nem alfas escapam delas...

Ele era aquele jovem forte, de boa aparência, engraçado, cheio de amigos e bom nos esportes (porém burro); ela era a loirinha, bonitinha e patricinha, sendo o seu pai um cara que tinha dinheiro e certo prestígio. Depois de ela se formar em Odontologia (custeada por seu pai) e ele arrumar  um emprego de salário lixo de R$2.900,00, resolveram consolidar o seu amor e se casaram. A jovem, antes disso, possuía fotos exibindo uma excelente vida, ostentando tudo o que seu pai poderia dar. Depois do casamento, nada mais se via de especial em sua vida, afinal, seu maridinho não tinha a mesma condição de seu papai. Obviamente que foi um grande choque para ela, principalmente ao ver a diferença entre seu pai, homem de sucesso, e seu marido, um homem fracassado, burro e pobre. O encantamento sumiu, pois a todo tempo elas nos comparam e com certeza aquele olhar de admiração pelo menino alfa da escola se transformou em um olhar de raiva, pena, indiferença e nojo, pois homem que não tem poder e demonstra não ser capaz de ganhar dinheiro, garantir conforto, segurança e status é visto como um pedaço de bosta fedida, um beta imundo como qualquer um de nós.

Esse é o ex alfa não entendendo o porquê de agora ser visto como um bosta pela sua esposinha, sendo que quando eram jovens ela o endeusava e o achava perfeito por ter seu estilinho alfinha filho da puta. Ela olha para o marido das suas amigas proporcionando viagens internacionais enquanto o seu homem a levava para passar as férias nas praias mais pobres perto de sua cidade e fica com mais asco ainda desse excremento inútil 

Esses dois fatos me perturbaram e motivaram a produção deste texto. No primeiro caso, temos um velho querendo voltar no tempo e se sentir um jovem namorador e pegador de ninfetas, coisa que ele nunca foi, pois era um beta escroto e nerd, invisível para as mulheres. Depois de ganhar dinheiro na vida, ele tenta compensar o seu passado de humilhações e sair da sua rotina de pai de família, casado com uma velha gorda. Então para tentar sentir essa emoção ele pega uma prostituta jovem, fica abraçadinho com ela e dando beijinhos em seu rosto e na boca, ao mesmo tempo que acaricia seus cabelos. Ela devia estar quase vomitando, assim como as duas que estavam comigo. Com certeza outros caras também acharam a cena patética, ainda mais porque a moça é uma exímia engolidora de cobras. Fiquei triste ao ver aquilo e tentei me imaginar com a idade daquele velho, gordo, broxa e brega, carente por novinhas que ele nunca pôde ter e agora tenta compensar com prostitutas que sentem completo nojo dele, ao mesmo tempo em que todos em volta sentem pena e até vontade de rir. Preciso refletir sobre como será o meu futuro.

No segundo caso, vemos um rapaz que outrora era um alfa, o qual chamava a atenção de todas por seu físico, seu estilo, seu jeito descontraído, desinibido e seu amplo círculo social. Naquela época em que todos estavam no mesmo nível e praticamente não trabalhavam, eram somente estas questões que diferenciavam alfas e betas. Eu, por exemplo, era um completo fracassado, invisível para as mulheres e quando era visto era somente para sofrer bullying. Ela sempre teve tudo de seu pai, muito conforto e garantia de status. Sempre viu o seu genitor com um olhar de respeito e admiração. Na escola ela reflete esse olhar de admiração justamente para um alfa, que era o destaque (mulheres são burras, apenas olham para coisas bonitas e são adeptas ao imediatismo. Iludem-se facilmente pelos olhos), porém ele sempre foi burro no papel. Isso não é novidade, vemos aos montes como as menininhas sempre escolhem os piores tipos de caras para ficar junto, pois isto é uma garantia de status para elas, fazendo com que marginais e maloqueiros nunca passem vontade.

O que acontece depois de tudo é que agora adulta as coisas mudam e o que realmente importa é o que o cara pode oferecer em questão de conforto, segurança e status. O foco de alfismo mudou. Ela vê então um cara que já não é mais tão belo como antes e que não demonstra mais pujança. Agora ela o vê como um fraco, inútil, burro e escroto. Sente nojo, pena e raiva, pois ele não tem nada para oferecer a ela com seu salário mediocre, tendo ela que pagar as coisas por ter mais dinheiro que ele. Olha para o seu velho pai, um homem de sucesso. Olha para a sua mãe, uma mulher de sorte. Olha para seu marido, um completo fracassado, um beta imundo de merda. Então ela, completamente infeliz (pois mulheres necessitam que o parceiro seja superior a ela e aos outros), olha para si mesma e diz: "Esse fracassado não me serve mais. Preciso largar ele e arrumar alguém melhor".

Isso não foi feito para nós betas. Parem de se iludir, seus extremistas!

O que eu tirei de tudo isso foi que não existe escapatória para nós betas, não existe uma fórmula mágica, tampouco existem atalhos. Nem alfas escapam da dureza que é a vida. E é aqui que entra o foco deste texto que é a importância da Filosofia Diabística e como ela é capaz de explicar nosso mundo perfeitamente. Não só isso, ela protege nós betas de terríveis frustrações e nos prepara para o perfeito desenvolvimento diabístico, que nos levará a um outro patamar de sucesso (dentro de nossas condições, expertise e esforco). Lembre-se sempre dos ensinamentos basilares de nossa filosofia que são o desapego, o abandono dos extremismos e das ilusões, o pensamento completamente racional, calculista e lógico e, por fim, o desenvolvimento continuado em todas as áreas diabísticas.

Depois de tudo isso fica a pergunta: afinal, qual é o sentido da vida para nós betas? Essa resposta apenas poderá ser dada na íntegra e com absoluta certeza através da Filosofia Diabística. Com toda a certeza eu não quero ser um velho como esse que eu citei, tampouco quero ter a decepção do alfa. De forma muito simples, eu vejo que o sentido da vida precisamos encontrar em nós mesmos e jamais tentar encontrar o sentido em outras pessoas, como no caso dos betas que vivem em função de mulher e as coloca em verdadeiros pedestais. A Filosofia Diabística prega que devemos pensar somente em nós mesmos, em nosso conforto e prazer. A felicidade deve ser encontrada de dentro para fora e não ao contrário. É uma filosofia totalmente hedonista e libertadora!


Um abraço do Pobre-diabo!

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Por que o beta sente tanta raiva do mundo?


Olá, amigos betas, tudo bom com vocês? Comigo não. Estive muito empenhado desde segunda-feira no trabalho, tendo minha alma e forças sugadas até a última gota, literalmente sendo estuprado mentalmente. No final do dia não tenho vontade sequer de ir tomar minhas deliciosas cervejas artesanais, apenas desejo descansar. Como estarei de folga na quinta, só consegui um tempo livre nessa quarta a noite para para escrever o post, o qual sairá atrasado, como todos já perceberam.

Estive notando nas discussões promovidas nos comentários que alguns betas estão estacionados na segunda fase da Real. Para quem não sabe, a Real possui cinco estágios: Conhecimento, Revolta, Compreensão, Aceitação e Evolução. Muitos estão na fase da Revolta e não conseguem perceber que esse estágio é o principal motivo do fracasso de suas vidas, pois estes insistem em não seguir a filosofia diabística. Segundo esta nobre filosofia, o beta deve se abster de extremismos e buscar o desenvolvimento pessoal ao invés da satisfação instintiva sensorial. Isso quer dizer que o ser diabístico deve estar além daquilo que é evidente, pois como vivemos numa realidade em que a quantidade de pessoas e informação não permitem que conheçamos tudo e todos, o importante para se fazer ser notado é a demonstração de valor social e financeiro. Estes, assim que comprovados, encurtam o seu reconhecimento como alguém que é interessante ou não. Logo, a evidencia não deve ser a razão do beta diabístico, mas a sua consequência em razão do seu desenvolvimento.

Esse reducionismo do que uma pessoa é pelo que possui não começou agora, mas muito há muito tempo atrás. No período colonial no Brasil, o fator que garantia o respeito das demais pessoas era a posse de terras. Comparado a hoje, o que garante uma posição social de destaque é o dinheiro. A ostentação, porém, é o atalho capenga que fracassados usam para tentar demonstrar algum valor social. Não importa ser bem sucedido financeiramente, mas sim ter algo desejado ou para poder fazer parte de um grupo que tenha esse objeto como requisito, ou para causar sentimentos de inveja nas outras pessoas que não o podem adquirir. A ostentação é a grande chave que tranca a felicidade dos betas na jaula da amargura.

Beta ostentando a sua betice

Em decorrência dessa cultura que exalta a possibilidade de ser querido pelos grupos mais seletos ou desejado pelas mulheres mais lindas em razão da quantidade de apetrechos que o dinheiro possa comprar (independente disso ter sido comprado a vista ou em mil parcelas ou se isso custou todo o dinheiro que você ganha num mês), notamos que as pessoas vivem uma eterna disputa entre si apenas por uma questão: elas querem ser vistas. Pense bem: você gasta o suado dinheiro que ganhou em um mês com porcarias ultra-inflacionadas apenas para ser percebido? Isso não soa meio absurdo? Como eu já tinha afirmado em um post passado, eu odeio exposição por ser extremamente introvertido e pelo fato de não sentir necessidade de ser o centro das atenções, a ostentação é algo extremamente patético para mim. Porém, para quem se importa, essa segregação é extremamente dolorosa, o que gera o fracasso e consequentemente a raiva, a qual desboca no ódio gratuito do beta que não segue a filosofia diabística.

O custo psicológico e financeiro para manter uma vida que não corresponde à realidade é muito elevado. O psicológico decorre da necessidade de sempre estar em evidência, o que condena o financeiro. O custo financeiro, por sua vez, é alto porque vivemos num país em que a demonstração de status é a regra, logo qualquer objeto que seja fora do comum já custa o olho da cara. Vejam, por exemplo, o novo Honda Civic: justifica um carro daquele, na sua versão mais top, custar R$125.000 (com impostos)? Num país em que o salário mínimo é de R$931,00, isso é um absurdo. Os EUA não possuem salário mínimo, mas o valor mínimo da hora trabalhada custa US$7,25. Assim, nos padrões brasileiros de trabalho (44 horas semanais), no fim de um mês o trabalhador receberá no mínimo US$1.300. O Honda CIVIC top lá custa US$ 28.500. Se fizermos as proporções do valor do carro pelo salário mínimo, veremos que no Brasil ele corresponde à 134,26, enquanto que nos EUA esse valor fica em 21,92. Isso significa que o poder de compra do americano é 6 vezes mais forte que o do brasileiro, o que diretamente nos diz porque o Honda Civic lá é carro popular e aqui é carro de bacana. Agora se você pegar o valor desse carro aqui no Brasil e o deixar numa aplicação conservadora como o LCI numa taxa de 91% da Taxa DI de 8,14% a.a., em 12 meses este renderia mais de R$9 mil. Só para tirar o carro da concessionária, lá se vão mais 10% do carro. Somando a isso a desvalorização do veículo (só no primeiro ano ele já perde mais 10%), o seguro, o IPVA, o combustível e o estacionamento, lá se vai mais uma quantia significativa (quase R$30.000 no ano). Aliado a isso o fato do otário ostentador querer fazer o social com sua namoradinha e amigos, mais uma parcela poupuda de sua renda vai para manter um estilo de vida de faz de conta. No final da história, ostentar não tem lógica nenhuma e te faz mal, pois uma vez acostumado com o que é bom, dificilmente se volta às origens.


Enfatize-se que a ostentação não se resume apenas a coisas, mas também à companhia feminina do beta. Eu fico extremamente emputecido com betas retardados que endeusam mulheres e sonham em namorar uma modelo novinha, loira e gostosa, esquecendo que são betas asquerosos e que para compensar a altíssima barganha natural delas, devido à beleza, terá que ter uma barganha financeira poderosíssima, tendo que pagar contas caras, viagens tops, jantares chiques, aguentar humilhações e falta de sexo, pois uma gostosa não vai dar por prazer para um beta lixo, apenas dará um sexo bosta e super regulado cada vez que ele fizer suas vontades e gastar muita grana. Este tipo de mulher não deixa de ser uma ostentação para o homem, o qual a mostrará aos outros, porém não fará um uso satisfatórios do produto, lembrando que como qualquer ostentação, custa caro, um preço elevado demais, do qual não estou disposto pagar. Nisso levo vantagem também, pois não sinto necessidade de exibir mulher para ninguém, só penso em sexo.

Qual o objetivo disso?

O fato de ter sido amaldiçoado pelo destino por causa dessa minha cara mais feia que cu cagando acaba por ser algo positivo. Minha necessidade de aparecer inexiste, tão logo a ostentação e os prazeres dela decorrentes também não me atingem. Dessa forma, a fim de evitar que a raiva do beta o consuma e o transforme num ser amargurado e mergulhado no ódio, deixo alguns passos do que é necessário para que ele se conscientize na busca da paz interna decorrente da filosofia diabística:

1) Não dar valor às redes sociais: As redes sociais são a grande mazela do mundo atual. Lá todos são felizes, se divertem, tem vidas bonitas e são felizes. Porém funcionam perfeitamente como a propaganda dos restaurantes de fast-food: são bonitos na imagem, mas no conteúdo deixam a desejar. 
- O que o beta deve fazer: o beta não deve seguir ninguém, não deve curtir foto de ninguém e, se possível, apagar as redes sociais que possui. No máximo deixa a conta ativa daquela que tem mais contatos (que não possa perder) e evita acessá-la da mesma forma que o diabo foge da cruz.

2) Saiba se por no seu lugar: É muito típico do beta endeusar determinados esteriótipos-padrões. Ele quer uma namorada novinha, bonitinha, gostosinha e que não lhe custe nada. Ele quer ser visível num ambiente social sendo que ele é tímido, burro, sem-graça e ridículo. Ele quer ter objetos caros, desejáveis e de grife sem ter condição financeira para manter isso. Acorde, nada disso não vai ocorrer. Aceite sua condição de beta repugnante e se ponha no seu lugar e dê um passo a cada vez.
- O que o beta deve fazer: o beta deve estabelecer padrões mínimos que não sejam inferiores ao mínimo aceitável e não superiores à média da satisfação. 

3) Disciplina financeira: A saúde financeira do beta é essencial. Somente através do dinheiro é que o beta se emancipará. Assim, as finanças betísticas devem ser equilibradas e todas controladas, pois somente assim será possível o crescimento patrimonial.
- O que o beta deve fazer: o beta deve obrigatoriamente possui controle de tudo o que entra e do que sai de sua conta bancária.

4) Tenha metas plausíveis e objetivos realizáveis: o beta deve estar consciente que ele não ficará rico da noite para o dia, que não existe empresa pequena que lucre mais de 5% ao mês do faturamento total (ainda mais se ela faça algo que todo mundo faz), que não existe mulher bonita e gostosa que ficará com um ser tão nojento quanto ele apenas por amor, que manuais PUA e MGTOW não funcionam, que a forma mais fácil de fazer dinheiro é trabalhando. 
- O que o beta deve fazer: o beta deve traçar objetivos que sejam  atingíveis e não fantasiosos.

5) Objetos são apenas objetos (eles servem ao seu dono e não o contrário): isso trata da relação que o beta tem com as coisas. Ele apenas compra o que está ao seu alcance. O beta viaja apenas para lugares em que ele pode pagar a vista e que não afetarão o seu patrimônio. O beta faz apenas aquilo que planejou com antecedência e que não prejudicará suas finanças. O beta nunca deve ser escravo de compras parceladas a perder de vista, pois essas minam o poder de compra imediato e o prazer da compra desaparece tão logo que surja a obrigação do pagamento.
- O que o beta deve fazer: o beta nunca deve agir pela emoção quando for comprar objetos. Se estiver muito empolgado, o melhor a se fazer é ir embora e ver se a vontade continua. Se sim, fecha negócio. Se não, se livrou de uma emboscada.

6) A companhia amorosa deve ser complementar e pacífica: como o beta é um ser causador de asco e repulsa, é normal que ele tente compensar seus defeitos através da subserviência. Ele fica um ser tão servil que nem percebe que a pessoa ao seu lado está com ele mais por comodidade que por afinidade. A companhia amorosa deve ser alguém que agregue à vida do beta e não um ser inútil que precisa ser carregado e mantido às expensas do escravo. Além disso, essa companhia tem que ser pacífica, pois não tem nada mais brochante que conviver com uma pessoa louca.
- O que o beta deve fazer: o beta deve se atentar muito bem a distinguir as pessoas boas das dissimuladas. Não existe nada pior do que se envolver com alguém que apenas traga prejuízo.

7) Amigos de verdade não te causam problemas: é quase a mesma coisa que o item anterior, porém se refere aos amigos. Amigos que pedem favor demais estão próximos mais pelo benefício da sua disponibilidade que pelo prazer de sua companhia.
- O que o beta deve fazer: o beta deve selecionar apenas pessoas boas para estarem ao seu lado. Pessoas ruins são boas desde que longe.

8) Evolução permanente: o beta deve estar sempre estudando, aperfeiçoando e aprendendo.
- O que o beta deve fazer: o beta deve fazer cursos, estudar, etc.


Um abraço do Pobre-diabo!


Obs.:
- Continuem mandando suas perguntas, sugestões e críticas para o e-mail deste pobre-diabo (pobrediabo@protonmail.com);
- Aos betas que quiserem ter uma participação mais efetiva em nosso reduto diabístico, entrem em contato comigo pelo e-mail;
- Postarei em breve os posts diabístico perdidos para que ninguém fique por fora de toda a história de nosso reduto e da Filosofia Diabística. 

domingo, 10 de setembro de 2017

As decepções de um Pobre-diabo numa praia de pobre


Bom dia, caros betas. Eu iria escrever o post para sábado, mas como estive embriagado, acabei não conseguindo manter meu compromisso com o nosso reduto internacional betístico diabístico. Não consegui evitar isso, pois estive muito estressado essa semana em razão de pesadas cobranças em meu trabalho. Por mais que a semana tenha sido curta, questões como prazos e encheção de saco de clientes não levam em consideração quaisquer fatores além de suas vontades, mesmo que lhes seja explicado que não depende de você se um terceiro envolvido na negociação não trabalhará nesse feriadão.

A fim de descansar um pouco da opressão diária, resolvi já na quinta-feira a tarde descer para o litoral daqui do meu Estado, já que eu tinha sido convidado por amigos (também betas) e não tinha nada mais interessante para fazer. O que um beta mais feio que cu cagando, secador nato de vaginas, campeão invicto na modalidade de brochar mulheres iria fazer num feriadão desses, sozinho, tendo em vista que odeio gastar dinheiro com prazeres momentâneos? Iria para uma balada ser rechaçado devido a minha feiura? Colocaria em prática o meu poder de invisibilidade, o qual se aperfeiçoa a cada dia? Somente quem me conhece do meu trabalho sabe quem eu sou; o restante das pessoas sequer olha para a minha cara por razão da minha feiura extrema machucar a sua visão.

Enfim, ao decidirmos para onde ir, eu e meus amigos começamos a planejar a viagem. Como é incrível o poder da imaginação do beta: ele acha que tudo estará ao seu favor com pouco esforço. Não, seu animal, isso não acontece com você por uma simples razão: VOCÊ É BETA! Você nasceu para sofrer e para ser infeliz se comparado ao padrão mínimo. Você precisa se esforçar mais que o homem médio para ter menos que ele, entendeu? Voltando ao planejamento, como eu não dirigiria, obviamente eu já cheguei bêbado e portanto não estava nem aí para onde ir, pois eu apenas queria sair daquele inferno astral que é meu trabalho. Comecei a ouvir as divagações: "vamos para a praia A, lá sempre tem muitas gatinhas e novinhas!", "vamos para a praia B, pois lá é muito fácil nos enturmarmos", "vamos para a praia C, pois lá tem muitas mulheres que vão dar moral para nós" e etc... Simplesmente falei para eles que não adiantava ir para uma praia em que o custo-benefício fosse desproporcional ao que pudéssemos oferecer e falei para sermos realistas. Imaginem só uma cena de quatro betas em que um é mais feio que cu cagando e que causa ânsias em decorrência de sua feiura (eu), outro é um gordo roliço que mais parece uma coxinha gigante e careca, outro é um pançudo corcunda branquelo narigudo de óculos e outro é um seco esquelético e extremamente peludo a ponto de parecer o Chewbacca. Obviamente que apenas faríamos sucesso num circo de horrores e não numa praia de pessoas bonitas e normais.

Meu amigo típico beta em praia de pobre

Meus amigos decidiram, então, que iriamos para a praia D onde um deles tinha uma casa, praia esta que é frequentada por aberrações como nós. Como decidi de última hora descer ao litoral, não lembrei de levar comigo os deliciosos elixires dos deuses (APA, IPA e Stouts) que estavam em minha geladeira, o que já passa a ser minha primeira decepção. Como eu sobreviveria um final de semana prolongado sem os meus elixires divinos? E o pior é que meus amigos se satisfazem com cervejas tão ruins que até mendigos as rejeitariam. Assim, comprei no caminho um engradado de cervejas em lata e comecei a beber ali mesmo. Ao pegarmos a estrada (fomos todos no mesmo carro) e termos andado mais de uma hora, veio a segunda decepção: a estrada estava congestionada em mais da metade do caminho até o nosso destino. Porra, já não bastava ir a uma praia ruim e agora tem trânsito até para isso? Como eu já tinha bebido antes de viajar e bebi mais durante o caminho, acabei dormindo pelo resto do trajeto. Acordei quando já tínhamos chegado na casa desse meu amigo e qual a minha surpresa ao ver que ele não tinha uma casa na praia, mas um barraco na praia. E o pior, no meio do mato e cheio de pernilongos! Que grande merda, eu pensei. E assim ocorre minha terceira decepção.

Após dormir embriagado e ter acordado com uma baita dor de cabeça e empipocado devido à picada de insetos, decidimos eu e meus amigos, após todos acordarem, que iriamos curtir a praia. Embarcados no carro que viemos, nos dirigimos ao balneário mais frequentado desse litoral, o qual era muito distante do barraco desse meu amigo. Lá chegando, que surpresa desgloriosa (minha quarta decepção): a praia estava cheia, e o pior, de gente mais feia que nós. Sequer tinha lugar para paramos para tomar uma cerveja juntos. Ao acharmos um espaço, a visão não ajudava: famílias e mais famílias de pessoas feias, com filhos feios, com pais e mães feios, todos com corpos feios e vidas feias. O que eu achava que seria um momento para espairecer começou a se tornar um momento de tortura. Por que, meu deus, eu tinha que ter nascido feio e pobre? E pior, por que eu tenho que viver nessa tristeza eterna? Crianças gritando e correndo de um lado para outro enquanto a esposinha gorda estava estirada no sol e o coitado do pai corria para não deixar que o pior acontecesse à sua cria. Claro que não deixei a compaixão tomar conta de mim, pois esse destino foi aquele pobre coitado que escolheu. O azar é dele.

Plus-size? Sério? Isso não é bonito, isso é ridículo!

Comecei a me lembrar de praias que fui outrora e a relembrar as gatinhas desfilando com seus corpinhos lindos e deliciosos que por mais inacessíveis que fossem a mim, pelo menos agradavam a minha visão. Obviamente eu estaria disposto a expender algumas centenas de reais pela companhia delas, mesmo que fosse por algumas horas. Lembrei, também, da Ria, aquela 7,5 deliciosa que me oferecia sua companhia em troca apenas do conforto do meu dinheiro e da possibilidade de destaque no nosso ambiente de trabalho. Obviamente a depressão tomou conta de mim nesse momento. Então novamente iniciei meu ciclo alcoólico a fim de não ser torturado pelas visões bizarras que estavam ao meu redor nessa praia de pobre e nessa brincadeira acabei dormindo novamente. Porém algo imprescindível eu esqueci: não passei protetor solar. Quando acordei já era quase 15 horas e eu estava completamente queimado pelo sol. Nem fome eu estava tendo ante a dor da minha pele que parecia desgrudar de meu corpo - minha quinta decepção. Fui obrigado a comprar um remédio que diminuísse essa ardência, o que ajudou a diminuir minha dor. Pelo menos saiu um churrasco à noite, o que foi a única coisa boa da sexta-feira.

Achando que iria me desestressar, essa minha saga estava se tornando ainda mais torturante do que se eu tivesse ficado em casa - e era o que eu iria fazer. Fui convencido a passar mais um dia com meus amigos e assim fiquei, porém não aguentei e fui embora sábado no almoço. Peguei um ônibus e fiz o que devia ter feito desde o começo: não ter saído de casa e me embriagado com as deliciosas cervejas artesanais que estavam guardadas em minha geladeira até desmaiar de tão bêbado.

Saldo dessa brincadeira de mal gosto: quase R$500 para ter passado raiva e não ter me divertido (os meus elixires divinos não entram nessa conta).

Qual lição nós tiramos de tudo isso que me ocorreu, nobres camaradas? Que não adianta tentarmos improvisar alguma agenda em busca de uma diversão que não existe quando nós somos seres asquerosos mais indesejáveis que um corpo de animal morto. Que não existe diversão barata e satisfatória e que viver de forma similar aos nossos semelhantes fracassados não nos traz felicidade. Eu mesmo acabei não aplicando a filosofia diabística nesse final de semana e apenas tive decepções e prejuízos. Não caiamos no conto dos fracassados, pois eles só sabem aqui que vivem: o fracasso.


Um abraço do Pobre-diabo!


Obs.: enviem suas participações no email diabístico (pobrediabo@protonmail.com) e participem no quadro mensal que estaremos chamando de Falando com o diabo.

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Diaboladas n° 4


Boa noite, caros betas diabísticos! Como prometido hoje é o dia das famosas Diaboladas, que são os posts contendo histórias reais que servem de ensinamento para nós betas e a nossa caminhada diabística para o sucesso (ou para evitar o completo fracasso). Na postagem de hoje eu trago histórias de várias pessoas que ganharam na loteria e ficaram ricas, entretanto, ao invés de aproveitarem a oportunidade para mudar suas vidas para melhor, fizeram burradas enormes e acabaram com suas vidas. Obviamente que em alguns casos pessoas fizeram muito mal a esses ganhadores, porém os maiores culpados foram eles mesmos por serem betas excrementos, matrixianos e burros. Se conhecessem a Filosofia Diabística a história de suas vidas seria completamente diferente. Enfim, vamos ao que interessa.



Imaginem um senhorzinho, cadeirante, sem parte das duas pernas, gordo e beta. Esse era o seu René, de 52 anos. Como todo beta sofredor, que veio de uma família muito pobre, sonhava em ter uma vida melhor e conseguiu. Ganhou R$ 52 milhões na loteria. Porém, ao invés de curtir sua vida com tranquilidade, priorizando o conforto e o prazer com muitas damas da luxúria (de preferência desconhecidas para não descobrirem que tinha uma fortuna), o coitado deste senhor casou com uma jovem, 25 anos mais nova.

Todos os que seguem a Filosofia Diabística sabem perfeitamente que o amor não existe, ainda mais de uma mulher jovem para com um beta velho, deficiente e sem atrativos, o que existe sim são interesses. Só o inocente senhor não percebeu que ela só queria saber de seu dinheiro (existe alguma que não é assim?). Além disso, ele era muito ciumento e vivia brigando com ela por transar sair sem avisar. A vadia, que nem bonita era, já tinha ganhado dele metade do prêmio, além de todos os luxos que queria. Mas isso não foi o suficiente. Ela mandou matar seu esposo para ficar com tudo que ele tinha. Você ainda acredita no amor delas?




Luke Pittard, que trabalhava em uma lanchonete, ganhou em 2006 o prêmio de 1,3 milhão de libras no sorteio da Loteria Nacional britânica. Corrigindo para valores atuais essa quantia era muito dinheiro e poderia mudar e resolver a vida de qualquer beta imundo como eu. Mas o que esse ser repugnante e miserável fez? Comprou uma casa, fez uma luxuosa cerimônia de casamento e viajou com sua esposinha gorda até as Ilhas Canárias, torrando tudo o que ganhou.

Quase dois anos depois, o cidadão tosco volta para a mesma lanchonete e pede o seu antigo emprego novamente, a fim de ganhar a miséria de salário que recebia. Outrora vivendo uma vida de rei, esse esterco vivo agora precisa acordar de madrugada cinco dias por semana para trabalhar na lanchonete. Olha a desculpa do animal: “Honestamente, existe um limite para o descanso. Sou jovem e um pouco de trabalho duro nunca fez mal a ninguém”. Para completar, disse que sentia falta dos amigos que trabalhavam lá. Se eu visse ele na minha frente ia meter a mão em sua cara e dar uma joelhada forte na barriga dele.




Em 1991, Ibi Roncaioli ganhou a quantia de 5 milhões de dólares, o que era uma quantia muito grande para a época (e ainda é). Ela, para não dividir nadinha do seu dinheiro, resolveu esconder isso de seu marido. Tempo depois, secretamente ela doou 2 milhões ao seu filho (que teve com outro homem). Perceba que sempre a mulher amará os seus filhos mais do que você e de repente ainda sente vontade de dar para o ex marido. Quando Joseph, atual marido de Ibi, descobriu que ela doara o dinheiro ao seu filho, acreditando estar sendo traído, possuído por uma terrível fúria, envenenou sua esposa. 

Não estou aqui defendendo o sujeito de forma alguma, porém, vemos claramente que no caso das mulheres ganharem dinheiro, nós não vemos nem a cor dele, pois pertence unicamente a elas e deixamos totalmente de ser importantes e atrativos aos seus olhos, enquanto que se o contrário tivesse acontecido, seria nossa obrigação dar tudo a elas por puro amor.




Em 1996, Jeffrey Dampier ganhou uma fortuna de 20 milhões de dólares na loteria. Como um bom beta, passou a se achar o gostosão com tanta grana e começou a transar com sua cunhada que possuía apenas 16 anos, chegando a engravidar, porém abortou e foi ele quem pagou. O beta ao invés de sair de seu ambiente de fracassados e viver uma nova vida de conforto e prazeres, continuou próximo da garota, inclusive presenteando ela e seu namorado com um apartamento.

O que aconteceu tempos depois? A garota e seu namorado assassinaram o homem antes que ele completasse seus 40 anos de idade. Chega a ser insano um homem com tanto dinheiro assim perder tempo com uma safada traiçoeira dessas, enquanto podia viver uma vida de sonho ao lado de centenas de damas da luxuria, tomando elixir dos deuses todos os dias. Ah, se eu tivesse tanta grana assim...


REFLEXÕES DIABÍSTICAS

O que temos em comum na maioria das histórias é o homem se rebaixando para outro ser é até morrendo só pelo fato de esse ser ter algo no meio das pernas e um par de mamas. O que vemos são betas perdendo tudo o que tem por não se valorizarem. Vemos mulheres extremamente interesseiras que veem a nossa vida como sendo um lixo, importando apenas o que temos a oferecer. A única história diferente que postei foi a da mulher que depois de ganhar dinheiro escondeu do marido para não dar nada para ele, isso que estamos falando de uma quantia enorme de dinheiro, que não faria falta nenhuma para a senhora. E porque ele fez o que fez? Foi pelo dinheiro? Não, foi pelo ciúme por achar que estaria perdendo sua mulher. Esses são os betas. Colocam as mulheres no pedestal, em primeiro lugar de tudo, sendo que elas priorizam sempre o dinheiro, o status e o conforto. Por isso que é importante os betas conhecerem e seguirem a Filosofia Diabística! 


Um abraço do Pobre-diabo!


Obs.: 
- Quero agradecer aqui ao camarada Bricks que disponibilizou todos os posts perdidos do antigo blog em PDF. Segue o link: https://drive.google.com/open?id=0B7TJ900SiVHENTJyNlcwenlpb00
- Continuem mandando suas perguntas, sugestões e críticas para o e-mail deste pobre-diabo (pobre-diabo@protonmail.com);
- Aos betas que quiserem ter uma participação mais efetiva em nosso reduto diabístico, entrem em contato comigo pelo e-mail;
- Postarei em breve os posts diabístico perdidos para que ninguém fique por fora de toda a história de nosso reduto e da Filosofia Diabística. 

sábado, 2 de setembro de 2017

O sofrimento de um beta introvertido - Novidades para o blog!


Olá, estimados betas. Quero agradecer aqui a infinidade de e-mails e mensagens de preocupação e incentivo depois do dia fatídico em que nosso reduto internacional betístico diabístico, que contava com milhares e milhares de views diários e uma infinidade de comentários, nos foi tirado. Esclareço aqui que já iniciei as tratativas para o reestabelecer e vamos ver o que vai dar. Sobre as críticas destrutivas postadas aqui, eu praticamente nem li (pois são todas de autoria de apenas 3 pessoas que comentam deslogadas de forma frenética e todos sabem quem eles são). O camarada Brick irá postar aqui todos os posts desenvolvidos por este pobre-diabo em pdf para que nenhuma informação seja perdida. Estou pensando em postá-los novamente aqui no reduto também, afinal eles contém informações relevantes e valiosíssimas para a Filosofia Diabística. Hoje seria o dia das Diaboladas (primeiro sábado do mês), porém, devido aos ajustes que estamos passando, ficará para quarta-feira.

Enfim, trago a vocês uma novidade, que será a participação dos betas nos posts. Isso se dará em datas definidas no mês em que eu postarei textos de betas enviados ao e-mail diabístico (pobrediabo@protonmail.com), os quais serão assinados pelos devidos autores. Se você quiser participar no blog, mande um e-mail para mim também e dê a sua ideia. Agora vamos ao post:


O sofrimento de um beta introvertido

De Beta Perdedor


Não é de hoje que sabemos que em nossa cultura símia do Brasil pessoas introvertidas  (“quietas”, ”na sua”) são vistas com péssimos olhos e quando digo “PESSOAS” me refiro ao sexo masculino, mais precisamente homens feios e pobres, isso porque mulheres introvertidas ainda continuam tendo a vida no modo easy, e mesmo sendo quietas e na sua ainda são bajuladas e paparicada, tendo um exército de manginas fazendo tudo por elas, em troca de meras migalhas de atenção e quem sabe a possibilidade de penetrar em uma buceta fedida. Ao contrário do que o senso comum acredita, a vida da mulher introvertida é infinitamente melhor do que a do homem introvertido, isso porque as mulheres não precisam se esforçar muito para encontrar um parceiro, existem milhares de aplicativos e rede sociais de panqueca, só basta uma maquiagem e uma foto em uma pose arrumada e choverá milhares de propostas de manginas dispostos a tudo por migalhas de atenção. Elas não possuem dificuldade em conseguir amizade, pois como já falei existem um verdadeiro batalhão de manginas pronto a acudir a pobre moça sem falar que as mulheres se ajudam quando é para conseguir direitos, também não sofrerá para conseguir emprego, graças a cotas para cargos femininos, amigos mangina sempre disposto a ajudar, ou seja, no final de tudo a sociedade é bastante tolerante e acolhedora com mulheres introvertidas (não só introvertidas, como gordas, feias e outras aberrações).

Outro tipo de introvertido, mas que na verdade não sofre, é o homem bonito e “ALFA”. Esse é o tipo de introvertido que é sempre taxado com características positivas de “misterioso”, ”autoconfiante”, “profundo”. A vida desse cara é infinitamente superior a de um beta introvertido e mesmo sendo na dele todos irão querer ser seu amigo, não terá dificuldade em conseguir uma namorada razoavelmente aceitável e perder a Virgindade, já que as mulheres irão se atirar pra cima dele. Também não sofrerá bullying, passará na dinâmica do Rh, sempre será indicado para emprego tendo que fazer o mínimo esforço para conseguir por outro, o que não acontece com o beta introvertido que será a mesma coisa que um pedaço de merda fedida. 

Que chances que esse escrevente tem na vida se não estudar e se desenvolver? Olha a cara desse ser abobado, estou com vontade de encher a cara dele de burros pra tirar esse sorriso no de beta abobado

O beta B, C e D, esse nasceu com todas as cartas viradas contra ele, nasceu com o combo demoníaco (feio, sem habilidades sociais e pobre), sempre será taxado com adjetivos pejorativos, como “arrogante”,”apático”,”fresco”,”sem sal”,”inseguro”,”lerdo”, irá sofrer bullying por demonstrar fraqueza, por não demonstrar muito poder social  e sofrerá horrores para conseguir uma namorada e perder virgindade, será atacado por todos os lados, terá dificuldade em conseguir amigos, isso porque ninguém que ser amigo de uma aberração, sofrerá muito nas entrevistas de emprego por não ter uma boa aparência, sem falar que não atenderá ao “PERFIL PROFISSIONAL”. Na verdade, a vida do homem feio e introvertido é uma verdadeira batalha num inferno de Dante, ainda mais nesse chiqueiro de país onde os bons modos e costumam são desvalorizados. Aqui você deve ser barulhento, “ANIMADO”, tem que chegar no trabalho/faculdade contando para todos o que fez no final de semana e ser profissional significa ser fã lastro e não ser competente ou sempre cumprir suas tarefas. 

(EI, OLHA SÓ PRA MIM, EU TENHO QUE CHEGAR FAZENDO BARULHO CHAMANDO A ATENÇÃO GERAL E FAZENDO MACACADA PRA SER ACEITO (É ASSIM QUE SE É PROFISSIONAL NESSA SELVA)

Em países de primeiro mundo a maioria das pessoas são introvertidas, são calmas, discretas, não vivem fazendo fofoca sobre colegas e parentes, cumprem com suas obrigações de cidadão (se dúvida de mim confira essa lista com os países mais introvertidos do mundo e verá só países de primeiro mundo e a maioria europeu: https://lonerwolf.com/most-introverted-countries-in-the-world/). Enfim, o problema não está em ser introvertido ou não, o problema esta em ser um beta imundo mais feio que cu cagando, invisível socialmente. 

Conclusão

Concluímos que o homem beta, feio e pobre sempre estará na base da pirâmide e é a gente que sustenta o sistema. Nós é que ficamos com os piores e mais insalubres empregos, todas as responsabilidades são jogadas para cima da gente, querem até tirar um dos nossos poucos prazeres (querem proibir a prostituição no Brasil). Nós somos a verdadeira minoria, somos escorraçados da sociedade se não temos nenhuma serventia, sendo vilipendiados diariamente. Sofremos bullying ao invés de recebemos uma mão amiga ou apoio, se reclamos viramos chacotas, não temos cotas para conseguir cargos altos em empresas e concursos, não temos estatuto, não temos uma delegacia, nem leis que nos ajudem ou protejam, ao contrário, temos leis que nos ferram ainda mais, ou seja, se você é homem, heterossexual, feio, pobre e outras coisas que são proibidas nesse mundo politicamente correto, é você contra o mundo. Você não têm o direito de errar e qualquer deslize você ferra com sua própria vida, não adianta ficar se fazendo de vitima vivendo o resto da vida no quarto sugando os pais, pois você terá que ir para o mundo, dar a cara a tapa e se desenvolver em todos os sentidos de forma diabística, pois só assim sofrerá menos. Deixar de sofre é impossível pra quem nasceu beta. 


Obs:
- Espero que tenham gostado do post do nosso amigo Beta Perdedor. Se quer postar aqui no blog também, envie seu texto para o e-mail diabístico (pobrediabo@protonmail.com);
- Quarta teremos as diaboladas;
- O amigo brick postará todos os famosos posts perdidos, fiquem atentos;
- deem suas ideias, críticas os sugestões. 


Um abraço do Pobre-diabo